quinta-feira, 25 de janeiro de 2018



Não use suas “gentilezas” para me manter cativa e passiva. Elas não lhe dão o direito de silenciar minha voz, minha capacidade de ter opinião.
Não use sua "bondade" para anular a minha autonomia, invalidar minhas escolhas e o que penso.
Se você quer me cativar para me moldar ao seu bel-prazer isso não é amor.
Na verdade você não me vê e só pensa e você.
Se não é de igual pra igual, se você não me respeita como um ser autônomo e pensante, seu "amor" é opressor. Amor não é aceitar tudo, concordar em tudo. Amor é ver além de si. Enxergar com amor, falar com amor, agir com amor vai muito além do que nos convém. Eu quero o amor que dialoga com o diferente e nos desafia a ser melhores.

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