segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Aos poucos vou limpando todos os vestígios que você deixou ao meu redor. Sei que o resto o tempo vai se encarregar de cobrir com a poeira do esquecimento. Embora antes de partir você tenha me julgado e sentenciado sem direito a defesa, não ficarei me culpando. Seu julgamento não tem poder sobre minha vida. Só Deus pode me julgar. Espero tirar a melhor lição possível de todo esse desencanto. Espero que meu coração se fortaleça, mas não endureça.
sábado, 27 de janeiro de 2018
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Não use suas “gentilezas” para me manter cativa e passiva. Elas não lhe dão o direito de silenciar minha voz, minha capacidade de ter opinião.
Não use sua "bondade" para anular a minha autonomia, invalidar minhas escolhas e o que penso.
Se você quer me cativar para me moldar ao seu bel-prazer isso não é amor.
Na verdade você não me vê e só pensa e você.
Se não é de igual pra igual, se você não me respeita como um ser autônomo e pensante, seu "amor" é opressor. Amor não é aceitar tudo, concordar em tudo. Amor é ver além de si. Enxergar com amor, falar com amor, agir com amor vai muito além do que nos convém. Eu quero o amor que dialoga com o diferente e nos desafia a ser melhores.
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
Nessa história sou ao mesmo tempo protagonista e figurante.
Eu me perco e me acho, me desconheço e reconheço. Eu me deixo levar, sou
forasteira, me entrego a novas vivências, breves encontros, momentos efêmeros em vidas que se cruzam. Compartilho experiências marcantes com desconhecidos e depois
cada um segue sua jornada. Passamos uns pelos outros, estamos todos de passagem,
mas às vezes uma memória em comum nos une e fazemos uma pequena participação no
livro da vida de outras pessoas.
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